Seja bem-vinda ABRADIF

Bronx, Clientes


A ABRADIF, Associação Brasileira dos Distribuidores Ford, escolheu a Bronx como nova agência para a sua comunicação no Paraná. A agência já está trabalhando em estratégias para a  linha de carros e caminhões da Ford. Ao mesmo tempo, estamos chegando aos 2 mil seguidores no twitter. Para comemorar as duas conquistas, vamos sortear a miniatura de uma F-350 Ford entre nossos followers.

F-350 Ford

Chegando aos 2 mil followers, vamos sortear a miniatura de uma F-350 Ford, a mais nova conta da Bronx (ABRADIF PR). Siga nosso twitter, acelere no retweet e concorra!!

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3 de setembro de 2010
Bronx
Por Bronx

Rival do Ipad

Tecnologia

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2 de setembro de 2010
Fabio Duarte
Por Fabio Duarte

Redes sociais são mais eficientes para marcas locais

Internet

Tornar as empresas locais em vez de globais. Inverter um dos principais objetivos do marketing pode parecer insanidade, mas não para Simon Silvester, diretor de planejamento da Wunderman para Europa, Oriente Médio e África. O físico inglês formado pela Universidade de Cambridge e autor de diversos livros, entre eles “Mobile Mania”, acredita que para estar presente nas redes sociais, as empresas precisam ser locais, pois ganham mais relevância nesse contexto virtual. “A rede social é um espaço sobre pessoas locais que se conhecem para se tratar de coisas locais. Uma marca nacional ou global que entra nesse universo não vai dar certo porque ela não pertence àquele lugar. Já uma marca local, como um bar da esquina, por exemplo, ele sim pode estar ali”, afirma Silvester.
O executivo vai além e diz que a rede social é um espaço no qual as pessoas querem diversão e não serem atormentadas com publicidade irrelevante para elas. “As pessoas estão preocupadas em se divertir, escutar músicas, compartilhar interesses nas redes sociais. A última coisa que elas querem é se preocupar com marketing. Muitas empresas estão entrando no Facebook e Orkut e isso não está funcionando porque irrita as pessoas. Temos que aceitar que o marketing não faz parte dessa conversa”.
Silvester também chama a atenção para a popularização da internet e, com isso, a realização de ações publicitárias sem fim neste meio. O problema, segundo o executivo, é que não se pensa em como fazer corretamente essa comunicação. “Percebo que o marketing digital está se popularizando rapidamente. Hoje todos dizem ‘eu tenho um website’ ou ‘eu faço isso, eu faço aquilo’. Mas ninguém sabe por que está fazendo aquilo. Pelo fato do digital ser muito novo, o momento de filosofar a respeito ainda está em desenvolvimento”, comenta.
Dentre as maneiras de acessar a web, Silvester tem um particular interesse pelo celular. Segundo o executivo, esse é o último aparelho que as pessoas largam à noite e o primeiro que usam pela manhã. Além disso, Silvester afirma que hoje há 3,5 bilhões de aparelhos ativos em todo o globo, um número superior ao 1,2 bilhão de computadores hoje conectados à rede. “Quando se trata de celular você fala com quase todas as pessoas do mundo!”, afirma.
Entre os países que melhor e mais exploram os serviços oferecidos pelo celular, Silvester aponta o Japão. Para ele, o país possui os aparelhos mais sofisticados. O único problema é que eles não funcionam fora da região. “Hoje, cerca de 80% dos aparelhos vendidos no Japão têm TV e por isso, eles assistem muita TV pelo celular”, diz. Em visita ao Japão antes do Natal, Silvester fala que o hit de venda era um celular à prova d’água porque muitos japoneses gostam de tomar banho assistindo TV. “É engraçado, mas o mercado se adaptou aos costumes locais”, observa Silvester.
Outra estratégia do país do sol nascente que chamou sua atenção foi a adotada pelo McDonald’s. Lá, eles mandam cupons de desconto para o celular dos consumidores cinco minutos antes da hora do almoço dos japoneses, que é entre 12h e 13h. “É uma poderosa estratégia! Por isso, meu conselho é apresentar a oferta certa, para as pessoas certas, no momento certo”, opina Silvester.
Apesar do Brasil não estar avançado no uso de celular como o Japão, o executivo, que já visita o País há 10 anos, comenta que o consumo do brasileiro aumentou bastante. “Percebo que as pessoas têm mais dinheiro, os carros estão mais modernos, há mais arranha-céus e shopping centers mais sofisticados. O mesmo acontece com a China. Já Londres continua a mesma há anos”, observa.
Por fim, Silvester declara que a crise econômica mudou toda a sociedade mundial. “Foi o fim de um capítulo, de um estilo de vida e trouxe novas perspectivas”, conclui.

Fonte: Propmark – Maria Fernanda Malozzi

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2 de setembro de 2010
Michèlle Pamplona
Por Michèlle Pamplona

Apple – iPod nano and IPod Touch

Novo

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2 de setembro de 2010
Fabio Duarte
Por Fabio Duarte

The Most Interesting Man in the World

Cannes

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1 de setembro de 2010
Fabio Duarte
Por Fabio Duarte

Especialista de Harvard revela que a classe C nem sempre quer preço baixo

Comportamento, Marketing

Foi-se o tempo em que as empresas precisavam criar produtos mais baratos para conseguir vender para a chamada classe C, também conhecida como a “base da pirâmide” ou a famosa classe média emergente. De acordo com o professor de Harvard e especialista no assunto Michael Chu, preço não é (apenas) o que as pessoas dessa faixa de renda procuram. Chu desmistifica a ideia de que, para alcançar esse segmento que corresponde a 70% da população mundial, é preciso ter produtos baratos e de qualidade duvidosa. Segundo ele, as pessoas de baixa renda chegam a preferir produtos mais caros, mas que satisfaçam sua necessidade imediata. Um exemplo são os celulares pré-pagos, cuja tarifa das ligações é muito mais alta do que os pós-pagos, mas correspondem a 82% do total de linhas móveis do Brasil, segundo a Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações.
O mesmo ocorre em relação a produtos bem mais baratos, mas que são vendidos em estabelecimentos comerciais muito distantes da casa do consumidor. Para este público, o gasto – de tempo e transporte – para chegar até a loja não vale o esforço. Com isso, ele acaba gastando com produtos mais caros em lojas mais próximas à moradia ou ao local de trabalho.
Marca também é um ponto que as classes mais baixas valorizam, uma vez que o forte nome de um produto dá “certeza” de qualidade. “Se uma pessoa compra um produto e não gosta dele, ela não vai poder jogar fora e comprar outro, como alguém das classes A e B poderia fazer. Assim, as pessoas da base preferem pagar mais pela marca e ter certeza de satisfação”, afirma.
No entanto, muitas empresas ainda ignoram esses fatores, aplicando os mesmos pressupostos que são usados para as classes mais altas. Essa falta de conhecimento resulta em perda de tempo e dinheiro.
É preciso também ter consciência de que atingir o mercado da base da pirâmide não está, necessariamente, ligado a preços baixos. Na verdade, o que essa classe precisa é de empresas que ofereçam melhores preços do que os que as pessoas estão pagando atualmente. Uma opção sugerida pelo especialista é a produção em escala, que aumenta o volume de produção, mas não sobrecarrega os gastos da empresa.
Outro ponto ressaltado por Chu é a necessidade de pensar cada produto de acordo com o público. Por exemplo, não adianta vender um xampu de ótima qualidade, mas que só seja eficiente para uma pessoa que tem água encanada e chuveiro em casa. “Muitas dessas pessoas precisam de produtos adaptados às condições de vida. Se elas não têm água encanada, como podem usar um xampu cremoso e de difícil enxágüe?”, indaga. Aos poucos, as empresas estão percebendo que, a cada resposta a essas questões, mais oportunidades de negócio são abertas.

Fonte: Exame.com (Luaciana Carvalho)

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1 de setembro de 2010
Michèlle Pamplona
Por Michèlle Pamplona

(i)Pawn

Tecnologia

Game desenvolvido para iPhone mistura elementos físicos e virtuais. Miniaturas interagem com o software por meio do recurso touch screen do gadget. Veja como!

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27 de agosto de 2010
Alexandre Silveira
Por Alexandre Silveira

Nova ação da Bronx para a Meu Móvel de Madeira

Bronx, Clientes, Portifólio

A Bronx realizou uma promoção do Dia do Solteiro no Twitter da Meu Móvel de Madeira, com o objetivo de promover a interação e viralizar o nome da empresa. Os clientes receberam a ação por e-mail marketing e pelas redes sociais, onde eram convidados a ajudar a escolher o par ideal para o maior solteiro da internet: o passarinho do Twitter.
Quatro passarinhas estavam disponíveis para escolha e, cada uma delas, representava uma linha de móveis da MMM. A passarinha campeã de votos no Twitter proporcionaria um desconto de 15% na linha que representava.
No fim da promoção, a vencedora #passarinhajazz ofereceu desconto para os clientes cadastrados, além de ilustrar o background do Twitter da MMM.


S2


Ficha Técnica

Ação: Dia do Solteiro
Cliente: Meu Móvel de Madeira
Agência: Bronx
Direção de Criação: Alexandre Silveira
Direção de Arte: Patricia Hirozawa

Redação: Gustavo Frare

Roteiro: Alexandre Silveira e Cláudio Palmieri
Programação: Guilherme Sant’ana e Wiverson Marques

Atendimento: Patrícia Longo
Aprovação: Ronald Heinrichs e Marie Kirchhoff

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25 de agosto de 2010
Bronx
Por Bronx

Bud Light – Cannes 2010

Cannes

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17 de agosto de 2010
Fabio Duarte
Por Fabio Duarte

Brasileiros compram poucos produtos ligados a times de futebol

Pesquisa

Levantamento feito em 2009 pela Casual Auditores aponta que cerca de 1/3 da arrecadação dos clubes brasileiros vem da venda dos direitos esportivos de jogadores. Em média, os direitos de TV cobrem cerca de 20% das despesas dos clubes, bilheteria rende 8% e a exploração comercial, ou seja, patrocínio na camisa, venda de material esportivo e licenciamentos, responde por apenas 11% dos seus orçamentos.
Este cenário está mudando aos poucos. Patrocinadores começam a investir mais nos clubes, que por sua vez já perceberam que a venda de produtos com sua marca pode ser uma importante fonte de receita. Porém, para alcançar este objetivo, o marketing esportivo terá antes que vencer um importante concorrente: a pirataria. Pesquisa feita pelo Ibope a pedido do jornal Lance! mostrou que 44% dos consumidores de artigos esportivos só compram produtos falsificados. Outros 8% compram tanto piratas quanto oficiais.
Por outro lado, a pesquisa mostrou também que existe um imenso potencial não explorado em nosso país. 75% dos brasileiros não compraram nenhum produto ligado a times de futebol, seja oficial ou pirata, nos últimos seis meses.
O aumento do poder aquisitivo da classe media e a conhecida paixão do brasileiro por futebol podem trazer lucros para quem souber usar bem o marketing esportivo no Brasil.

Fonte: Blog do Marinho

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16 de agosto de 2010
Michèlle Pamplona
Por Michèlle Pamplona
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