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	<title>Bronx Bridge &#187; Comportamento</title>
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	<description>A ponte para o novo na comunicação.</description>
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		<title>Especialista de Harvard revela que a classe C nem sempre quer preço baixo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michèlle Pamplona</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que as empresas precisavam criar produtos mais baratos para conseguir vender para a chamada classe C, também conhecida como a &#8220;base da pirâmide&#8221; ou a famosa classe média emergente. De acordo com o professor de Harvard e especialista no assunto Michael Chu, preço não é (apenas) o que as pessoas dessa faixa de renda procuram. Chu desmistifica a ideia de que, para alcançar esse segmento que corresponde a 70% da população mundial, é preciso ter produtos baratos e de qualidade duvidosa. Segundo ele, as pessoas de baixa renda chegam a preferir produtos mais caros, mas que satisfaçam sua necessidade imediata. Um exemplo são os celulares pré-pagos, cuja tarifa das ligações é muito mais alta do que os pós-pagos, mas correspondem a 82% do total de linhas móveis do Brasil, segundo a Anatel &#8211; Agência Nacional de Telecomunicações.<br />
O mesmo ocorre em relação a produtos bem mais baratos, mas que são vendidos em estabelecimentos comerciais muito distantes da casa do consumidor. Para este público, o gasto &#8211; de tempo e transporte &#8211; para chegar até a loja não vale o esforço. Com isso, ele acaba gastando com produtos mais caros em lojas mais próximas à moradia ou ao local de trabalho.<br />
Marca também é um ponto que as classes mais baixas valorizam, uma vez que o forte nome de um produto dá &#8220;certeza&#8221; de qualidade. &#8220;Se uma pessoa compra um produto e não gosta dele, ela não vai poder jogar fora e comprar outro, como alguém das classes A e B poderia fazer. Assim, as pessoas da base preferem pagar mais pela marca e ter certeza de satisfação&#8221;, afirma.<br />
No entanto, muitas empresas ainda ignoram esses fatores, aplicando os mesmos pressupostos que são usados para as classes mais altas. Essa falta de conhecimento resulta em perda de tempo e dinheiro.<br />
É preciso também ter consciência de que atingir o mercado da base da pirâmide não está, necessariamente, ligado a preços baixos. Na verdade, o que essa classe precisa é de empresas que ofereçam melhores preços do que os que as pessoas estão pagando atualmente. Uma opção sugerida pelo especialista é a produção em escala, que aumenta o volume de produção, mas não sobrecarrega os gastos da empresa.<br />
Outro ponto ressaltado por Chu é a necessidade de pensar cada produto de acordo com o público. Por exemplo, não adianta vender um xampu de ótima qualidade, mas que só seja eficiente para uma pessoa que tem água encanada e chuveiro em casa. &#8220;Muitas dessas pessoas precisam de produtos adaptados às condições de vida. Se elas não têm água encanada, como podem usar um xampu cremoso e de difícil enxágüe?&#8221;, indaga.  Aos poucos, as empresas estão percebendo que, a cada resposta a essas questões, mais oportunidades de negócio são abertas.</p>
<p>Fonte: Exame.com (Luaciana Carvalho)</p>
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		<title>Aplicativo do AMNH em NY.</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 13:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Keith Lauer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O Museu Americano de História Natural se dedica em preservar o passado de nosso planeta. Mas seu novo aplicativo, que oferece direções curva-a-curva das exposições, visitas personalizáveis e informações das exposições, não é nada menos do que o puro estado da arte. Um museu de tesouros históricos não é nada se você não pode realmente encontrá-los, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/APP_AMNH_Explorer1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1646" title="APP_AMNH_Explorer" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/APP_AMNH_Explorer1.jpg" alt="APP_AMNH_Explorer" width="500" height="378" /></a></p>
<p>O Museu Americano de História Natural se dedica em preservar o passado de nosso planeta. Mas seu novo aplicativo, que oferece direções curva-a-curva das exposições, visitas personalizáveis e informações das exposições, não é nada menos do que o puro estado da arte. Um museu de tesouros históricos não é nada se você não pode realmente encontrá-los, e com um labirinto tão grande quanto esse museu, que tem 46 mil metros quadrados de espaço total, encontrar as exposições que você quer não é tão fácil como você imagina.</p>
<p>Mas o aplicativo American Museum of Natural History Explorer, para iPhone e iPod touch que usa mais de 300 hotspots Wi-Fi para triangular sua posição dentro do museu, com um tipo de GPS interno que o museu afirma ser o pioneiro, você viaja pelo museu para encontrar o exato pedaço de história que você quer ver.</p>
<p>Depois de baixar o aplicativo em seu aparelho ou alugar um iPod touch no próprio museu, você percebe que descobrir para onde você vai é apenas o começo. O aplicativo possibilita o Explorer guiá-lo em tours pré-criados ou criar sua própria rota a partir de uma lista de exposições e mostras. Há uma caça ao tesouro de fósseis interativa para as crianças, integração com redes sociais para atualizar seu Twitter e Facebook e avisar seus amigos sobre seu dia no museu, e, também por ser a pergunta mais comun entre os visitantes do museu, rotas instantâneas para o banheiro mais próximo. O aplicativo, que foi criado pela Spotlight Mobile, financiado pela Bloomberg, e que funciona por meio de uma rede Wi-Fi implementada pela Cisco e pela Accenture, tem um belo visual que casa com sua impressionante funcionalidade.<br />
Mas mesmo que você não use a funcionalidade de navegação e use-o apenas para ter mais informações sobre o fóssil que você está vendo, ele é incrivelmente prático.</p>
<p><a href="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_16.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1639" title="amnh_1" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_16-150x150.jpg" alt="amnh_1" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_24.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1640" title="amnh_2" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_24-150x150.jpg" alt="amnh_2" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_32.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1641" title="amnh_3" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_32-150x150.jpg" alt="amnh_3" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_41.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1642" title="amnh_4" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_41-150x150.jpg" alt="amnh_4" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_map1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1643" title="amnh_map" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_map1-150x150.jpg" alt="amnh_map" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_explorer1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1644" title="amnh_explorer" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/amnh_explorer1-150x150.jpg" alt="amnh_explorer" width="150" height="150" /></a></p>
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		<title>Pesquisa indica surgimento do &#8220;Luxo Popular Brasileiro&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 18:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michèlle Pamplona</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O significado do luxo para a emergente classe média, não é necessariamente igual ao luxo da elite. Pesquisa recém concluída pela consultoria A Ponte, indica que começa a surgir o conceito de &#8220;Luxo Popular Brasileiro&#8221;.
Para as classes mais altas, luxo é uma maneira de ser ou sentir-se diferente dos outros. Para a classe C, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O significado do luxo para a emergente classe média, não é necessariamente igual ao luxo da elite. Pesquisa recém concluída pela consultoria A Ponte, indica que começa a surgir o conceito de &#8220;Luxo Popular Brasileiro&#8221;.<br />
Para as classes mais altas, luxo é uma maneira de ser ou sentir-se diferente dos outros. Para a classe C, ao contrário, é uma forma de inclusão, de ter o que os outros já têm. Outra diferença é que para os jovens da Nova Classe Média, luxo está essencialmente ligado a marcas e produtos e não a experiências, como viagens, orgias gastronômicas ou aventuras esportivas.<br />
A pesquisa da Ponte mostrou que para a classe C existem 3 tipos de luxo: o inatingível, o luxo da auto-estima e o do pertencimento. O luxo inatingível, representado pelos carros caríssimos, bolsas e sapatos de &#8220;muitos mil reais&#8221;, como dizem os entrevistados, esse não só não faz parte da vida da classe C emergente como também não representa seus sonhos de consumo. O mesmo não acontece com o luxo da auto-estima, que passa pela compra de produtos ligados a moda ou beleza e faz com que essas pessoas se sintam bem com elas mesmas. Isso inclui desde tênis até unhas coloridas, apliques para o cabelo e acessórios. Nesse caso, para se sentir bem, vale até mesmo recorrer a &#8220;réplicas&#8221;, um nome diferente para falar de produtos piratas. Finalmente, o luxo do pertencimento é traduzido por marcas e produtos que ajudam a nova classe média brasileira a ser mais bem aceita nos lugares que ela freqüenta, seja o trabalho ou a própria comunidade onde mora. Ou seja, para fazer parte da turma e sair bonito na foto, as regras são cuidar da aparência e usar, afinal, aquilo que todo mundo usa.<br />
A pesquisa mostrou ainda que as marcas de luxo dos consumidores da classe C não são as mesmas da classe A. Para a Nova Classe Média, luxo mesmo é usar Nike, Adidas ou Oakley, viajar para lugares como a Disney, Fernando de Noronha ou Florianópolis, e possuir em casa equipamentos como PlayStation, TV de tela plana da LG ou um iPhone.<br />
Um dos grandes méritos desse trabalho da Ponte é questionar, mesmo que indiretamente, a noção de que os mais pobres aspiram ser como os mais ricos. Agora começa a ficar claro que a Nova Classe Média, que é a maioria da população brasileira, tem suas próprias aspirações e referências. </p>
<p>Fonte: Blue Bus &#8211; Marinho</p>
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		<title>The Impossible Briefing.</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 17:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Keith Lauer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já imaginou receber um briefing, cujo desafio é a solução dos confrontos de 60 anos entre Israel e a Palestina? Então prepare as suas ideias, pois essa foi a maneira que a Saatchi &#38; Saatchi encontrou para chamar a atencão para o problema diplomático entre os dois países. Além de poder ajudar neste problema, você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já imaginou receber um briefing, cujo desafio é a solução dos confrontos de 60 anos entre Israel e a Palestina? Então prepare as suas ideias, pois essa foi a maneira que a Saatchi &amp; Saatchi encontrou para chamar a atencão para o problema diplomático entre os dois países. Além de poder ajudar neste problema, você ainda pode ganhar uma viagem para o Festival de Cannes. Acesse www.theimpossiblebrief.com e veja mais sobre o projeto.</p>
<p><a href="http://www.theimpossiblebrief.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.theimpossiblebrief.com/?referer=');"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1563" title="Picture 1" src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Picture-1-300x220.png" alt="Picture 1" width="300" height="220" /></a></p>
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		<title>Redes sociais e sites de entretenimento consomem 60% do tempo online dos jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 12:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michèlle Pamplona</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo feito pela comScore aponta que usuários da internet brasileira com faixa etária entre 6 e 14 anos gastam 60% do tempo online em sites de entretenimento, programas de mensagem instantânea e de redes sociais.
Ao todo essa faixa, que engloba crianças e adolescentes, representa 12% do total de usuários online no país.
A faixa etária compreendida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo feito pela comScore aponta que usuários da internet brasileira com faixa etária entre 6 e 14 anos gastam 60% do tempo online em sites de entretenimento, programas de mensagem instantânea e de redes sociais.<br />
Ao todo essa faixa, que engloba crianças e adolescentes, representa 12% do total de usuários online no país.<br />
A faixa etária compreendida entre 6 e 14 anos consome 25% do tempo online em sites de entretenimento, 22% usando programas de mensagem instantânea (como o Windows Live Messenger) e 15% em mídias sociais. Isso indica, segundo a comScore, que atividades ligadas a diversão e lazer são as mais acessadas por esse tipo de usuário.<br />
A pesquisa contabilizou 40,7 milhões de usuários brasileiros que acessaram a internet seja de casa ou do trabalho em maio. Internautas de 15 a 34 anos são maioria (56,1%), enquanto usuários com idade superior a 35 anos representam 32,1%.<br />
O estudo não considerou acessos móveis à rede e acessos a computadores públicos (de cybercafés, por exemplo). No entanto, a comScore estima que há mais de 73 milhões de usuários no país.<br />
O levantamento também comparou a porcentagem de visitantes únicos nas cinco regiões do país: Sul, Sudeste, Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Dessas, a região que detém a maior porcentagem de visitantes únicos é a Sudeste com 67%.<br />
Em segundo lugar, fica a região Sul com 14,2% e, na sequência, vem Nordeste (10,7%), Centro-Oeste (6,1%) e, por fim, a região Norte (2%).<br />
Fonte: Uol</p>
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		<title>Crianças preferem alimentos nas embalagens com personagens de cartoon</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 17:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michèlle Pamplona</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade de Yale realizou uma pesquisa sobre o poder de influência dos personagens de cartoon em embalagens de produtos alimentícios e foi constatado que quando um alimento é apresentado para as crianças de forma atraente, tem mais chance de ser aceito.
41 crianças passaram pela experiência de ser apresentadas à embalagens de biscoitos, cenouras e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Yale realizou uma pesquisa sobre o poder de influência dos personagens de cartoon em embalagens de produtos alimentícios e foi constatado que quando um alimento é apresentado para as crianças de forma atraente, tem mais chance de ser aceito.<br />
41 crianças passaram pela experiência de ser apresentadas à embalagens de biscoitos, cenouras e balas de frutas. Parte das embalagens era comum e parte exibia personagens licenciados. Eram os mesmos produtos, mas as crianças preferiam sempre o pacote com personagem. Embora os resultados apontem o risco de permitir licenciamento de figuras amadas pelas crianças para ítens não saudáveis, como fast food, indica ao mesmo tempo que os personagens podem ser úteis influenciando o consumo de alimentos saudáveis. Isso foi demonstrado em pesquisa anterior, quando Elmo e outros nomes do programa Sesame Street ajudaram as crianças a consumir produtos como brócolis. </p>
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		<title>Cannes Young Lions Youtube.</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 13:49:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Young Lions Youtube é uma competição internacional que elege dois filmes vencedores
para levar seus criativos para o Festival de Cannes. Como o nome já diz, após a divulgação do Briefing, os criativos têm 48 horas para entregar o filme pronto através do Canal Cannes Lions no Youtube. Esse ano, o Festival está trabalhando com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Young Lions Youtube é uma competição internacional que elege dois filmes vencedores<br />
para levar seus criativos para o Festival de Cannes. Como o nome já diz, após a divulgação do Briefing, os criativos têm 48 horas para entregar o filme pronto através do Canal Cannes Lions no Youtube. Esse ano, o Festival está trabalhando com a ONG Britânica WaterAid.org, que defende Água e Saneamento Básico para todos. Segundo a ONG, esse é um  direito básico de cada ser humano e uma necessidade vital para o desenvolvimento da sociedade. Com isso, os criativos Fábio Miranda e Keith Lauer desenvolveram um viral onde o conceito demonstra que nada acontece sozinho. Vejam o vídeo a baixo ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=r3PBqChbYVU" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=r3PBqChbYVU&amp;referer=');">clique aqui</a> e conheça mais alguns trabalhos desenvolvidos.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/r3PBqChbYVU&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/r3PBqChbYVU&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Estudo revela que as tecnologias dão sensação de poder, satisfação e bem-estar</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 14:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michèlle Pamplona</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O acesso a computadores, internet e outros suportes de comunicação dão às pessoas uma sensação de satisfação e bem-estar, segundo o estudo realizado pelo Instituto de Tecnologias da Informação &#8211; BCS com 35 mil pessoas de diversas partes do mundo.
A pesquisa revela que grande parte da satisfação em relação à vida surge a partir das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso a computadores, internet e outros suportes de comunicação dão às pessoas uma sensação de satisfação e bem-estar, segundo o estudo realizado pelo Instituto de Tecnologias da Informação &#8211; BCS com 35 mil pessoas de diversas partes do mundo.<br />
A pesquisa revela que grande parte da satisfação em relação à vida surge a partir das tecnologias da informação e que esta condição é ainda maior para as classes mais baixas.<br />
Pessoas com baixos rendimentos ou menor habilidade literária parecem se beneficiar mais do acesso às novas tecnologias que os que têm rendimentos ou grau escolar mais elevados.<br />
Tudo o que aumenta a sensação de controle nas nossas vidas, como as tecnologias da informação, irá reduzir a ansiedade e o stress e manter-nos mentalmente bem, afirmou a psicóloga Donna Dawson, especialista em personalidade e comportamento.<br />
As mulheres, em particular, são as que mais se beneficiam do acesso às tecnologias, revela o estudo. Isso ocorre pelo fato de terem um papel mais central na vida familiar e na vida social.<br />
Segundo Dawson, as redes sociais e os sites de busca podem ajudar as mulheres a serem mais bem sucedidas e a gerirem com mais eficiência os diferentes papéis que desempenham nas suas vidas.</p>
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		<title>Os homens são a bola da vez</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 13:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michèlle Pamplona</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Achei muito interessante este artigo do Luiz Alberto Marinho e resolvi postar na íntegra.
Confiram!
Os homens também vão às compras
Mais atentos à moda e aos cuidados pessoais, os homens tornaram-se um alvo atraente para empresas de diversos setores. A Hermes abriu este ano uma butique apenas para rapazes em Nova Iorque, assim como a Coach, conhecida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito interessante este artigo do Luiz Alberto Marinho e resolvi postar na íntegra.<br />
Confiram!</p>
<p><strong>Os homens também vão às compras</strong></p>
<p>Mais atentos à moda e aos cuidados pessoais, os homens tornaram-se um alvo atraente para empresas de diversos setores. A Hermes abriu este ano uma butique apenas para rapazes em Nova Iorque, assim como a Coach, conhecida loja de bolsas femininas. Ralph Lauren e a J. Crew são outros varejistas que apostam em lojas masculinas para elevar suas vendas.</p>
<p>Para entender essa corrida pela preferência do consumidor masculino basta dar uma rápida olhada nos números. Pesquisa da empresa NPD mostra que em 2009 cerca de 75% dos americanos fizeram compras para eles mesmos. Em 1995 esse percentual foi de apenas 52%. As vendas de roupas para homens nos Estados Unidos totalizaram 51 bilhões de dólares no ano passado. O faturamento de produtos de beleza masculinos deve crescer ainda mais 40% até 2014 em todo o mundo, segundo estimativas da Packaged Facts.</p>
<p>Isso acontece porque os homens já entenderam que o mundo trata melhor quem se veste bem. Prova disso é que mesmo durante a crise, o consumo masculino americano manteve-se em alta. Afinal, para manter o emprego ou conseguir um novo, boa aparência pode ser fundamental.</p>
<p>Detalhe &#8211; para vender para os rapazes, as marcas devem esquecer a palavra metrossexual, que ganhou um sentido pejorativo. Melhor mesmo é adaptar lojas e treinamento de vendedores para agradar a estes novos clientes. </p>
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		<title>Hábito de compras dos brasileiros.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 18:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michèlle Pamplona</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo o último levantamento do Target Group Index, do IBOPE Mídia, 63% dos brasileiros com 18 anos ou mais idade, realizaram compras pessoais nos 30 dias anteriores à pesquisa (compra s pessoais excluindo bebidas e alimentos). 
Os produtos mais comprados pelos brasileiros são as roupas e os calçados, sobretudo roupas femininas, além de presentes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o último levantamento do Target Group Index, do IBOPE Mídia, 63% dos brasileiros com 18 anos ou mais idade, realizaram compras pessoais nos 30 dias anteriores à pesquisa (compra s pessoais excluindo bebidas e alimentos). </p>
<p>Os produtos mais comprados pelos brasileiros são as roupas e os calçados, sobretudo roupas femininas, além de presentes e de artigos de perfumaria. Em relação à média do brasileiro, a classe AB continua se destacando em compras de livros, produtos esportivos e de decoração. Enquanto 19% dos brasileiros disseram ter comprado livros nos últimos trinta dias, na classe AB o índice chegou 28%. Por outro lado, a classe C destacou-se em compra de móveis, calçados e roupas para mulheres e crianças. Na classe DE, ficou mais próximo da média do brasileiro o índice de compra de roupas para crianças e bebês.</p>
<p><img src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_comerciovarejo5_grande.jpg" alt="tabela_comerciovarejo5_grande" title="tabela_comerciovarejo5_grande" width="522" height="323" class="aligncenter size-full wp-image-1289" /></p>
<p>Os lugares preferidos pelos brasileiros para realizar suas compras são as lojas de rua, seguidas pelos shopping centers, pelas lojas de departamento e pelos hipermercados. Esses três últimos locais têm alta concentração de pessoas da classe AB, sobretudo os shoppings, em que 48% dos consumidores AB com 18 anos ou mais disseram ter comprado recentemente. Os ambulantes foram citados por 11% dos brasileiros , tendo a classe C apresentado índice de 12%.</p>
<p><img src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_comerciovarejo6_grande.jpg" alt="tabela_comerciovarejo6_grande" title="tabela_comerciovarejo6_grande" width="511" height="241" class="aligncenter size-full wp-image-1290" /></p>
<p>A internet também tem a preferência da classe AB. Enquanto 7% dos brasileiros disseram ter feito compras on-line nos últimos 30 dias, na classe AB esse índice chegou a 13%. Em janeiro de 2010, segundo o IBOPE Nielsen Online, quase 25 milhões de pessoas navegaram em sites de compras no Brasil. Esse número representou 67,5% de todos que usaram a internet de casa ou do local do trabalho no mês. A maior parte da audiência visitou sites de lojas de varejo.</p>
<p>Principais subcategorias do Comércio Eletrônico &#8211; internet domiciliar e do trabalho, Brasil, janeiro de 2010</p>
<p><img src="http://www.bronx.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_comerciovarejo7_grande.jpg" alt="tabela_comerciovarejo7_grande" title="tabela_comerciovarejo7_grande" width="954" height="104" class="aligncenter size-full wp-image-1291" /></p>
<p>O crescimento da procura por sites de comércio eletrônico reflete-se na quantidade de comentários sobre os produtos adquiridos ou pesquisados. O Target Group Index mostrou que 12% da população fazem comentários e avaliações na internet sobre algum produto. E, de acordo com o perfil econômico do internauta, há interesse por comentar sobre certos tipos de produtos.</p>
<p>Os mais comentados são os eletrônicos, os telefones celulares e os automóveis. A classe AB apresentou um índice significativo de pessoas que comentaram sobre automóveis. Na classe C o telefone celular foi o produto com maior percentual de comentários na internet.</p>
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