Pesquisa revela que emprego é preocupação número um da população mundial
PesquisaRelatório realizado pela IPSOS, mediu os índices de satisfação dos residentes de 23 países em relação aos locais onde vivem e quais as três prioridades que cada um deseja para desenvolver sua comunidade.
Enquanto a população mundial prioriza o desenvolvimento de trabalho nas áreas locais, no Brasil, 62% responderam que a prioridade são os serviços de saúde, enquanto 56% apontaram as oportunidades de trabalho e 56%, o nível de criminalidade.
No mundo, 42% acreditam que a prioridade são as oportunidades de emprego, enquanto 39% citaram reparos no asfalto das vias e 37%, níveis salariais e custo de vida.
Em relação à satisfação, os brasileiros ocuparam a 13ª posição entre a população mais satisfeita com as comunidades locais. Confira tabela abaixo:
1º Holanda 85%
2º Canadá 83%
3º Austrália 82%
4º Índia 76%
5º Alemanha 74%
6º Estados Unidos 73%
7º Grã-Bretanha 72%
8º República Tcheca 70%
9º Suécia 69%
10º México 67%
11º Espanha 64%
11º Bélgica 64%
12º Polônia 63%
12º Argentina 63%
13º Brasil 61%
14º França 56%
14º Turquia 56%
15º Itália 52%
16º Rússia 49%
17º Japão 48%
18º China 46%
19º Hungria 45%
20º Coréia do Sul 34%
Aplicativo do AMNH em NY.
Arte, Comportamento, Criatividade, Cultura, Curiosidades, Digital Experience, Inovação, Tecnologia, UncategorizedO Museu Americano de História Natural se dedica em preservar o passado de nosso planeta. Mas seu novo aplicativo, que oferece direções curva-a-curva das exposições, visitas personalizáveis e informações das exposições, não é nada menos do que o puro estado da arte. Um museu de tesouros históricos não é nada se você não pode realmente encontrá-los, e com um labirinto tão grande quanto esse museu, que tem 46 mil metros quadrados de espaço total, encontrar as exposições que você quer não é tão fácil como você imagina.
Mas o aplicativo American Museum of Natural History Explorer, para iPhone e iPod touch que usa mais de 300 hotspots Wi-Fi para triangular sua posição dentro do museu, com um tipo de GPS interno que o museu afirma ser o pioneiro, você viaja pelo museu para encontrar o exato pedaço de história que você quer ver.
Depois de baixar o aplicativo em seu aparelho ou alugar um iPod touch no próprio museu, você percebe que descobrir para onde você vai é apenas o começo. O aplicativo possibilita o Explorer guiá-lo em tours pré-criados ou criar sua própria rota a partir de uma lista de exposições e mostras. Há uma caça ao tesouro de fósseis interativa para as crianças, integração com redes sociais para atualizar seu Twitter e Facebook e avisar seus amigos sobre seu dia no museu, e, também por ser a pergunta mais comun entre os visitantes do museu, rotas instantâneas para o banheiro mais próximo. O aplicativo, que foi criado pela Spotlight Mobile, financiado pela Bloomberg, e que funciona por meio de uma rede Wi-Fi implementada pela Cisco e pela Accenture, tem um belo visual que casa com sua impressionante funcionalidade.
Mas mesmo que você não use a funcionalidade de navegação e use-o apenas para ter mais informações sobre o fóssil que você está vendo, ele é incrivelmente prático.
Guerra pela Paz.
Arte, Ação, Criatividade, Curiosidades, Sustentabilidade, Tendências, UncategorizedAlan Guerra e Neraldo de la Paz, dois artistas cubanos formam o Guerra De La Paz, que mostra uma série de esculturas feitas com camisetas, sapatos, meias e outras roupas que foram descartadas ou através do lixo ou enviadas para brechós criadas pelos dois artistas. Através da estética que formam as roupas, os cenários querem nos passar a mensagem como um alerta para o modo de vida atual, no qual tudo se resume ao materialismo, ao consumo excessivo. Para repensar e agir contra a produção da vida em massa.
TweetHANOCH PIVEN.
Arte, Criatividade, Curiosidades, Sustentabilidade, Tendências, UncategorizedHanoch Piven é um Ilustrador conhecido por criar caricaturas de celebridades com objetos comuns do nosso dia a dia.
Uruguaio nescido em Montevidéo, cresceu em Israel e se graduou na Escola de Artes Visuais de NY nos estados Unidos.
Piven voltou a Israel em 1995, onde começou a escrever e ilustrar para o dia Haaretz. Suas composições ilustradas são montadas a partir de objetos comuns e restos de materiais, incluindo itens que podem ser associados com o assunto (por exemplo, o uso de Bolonha e garrafas de bebidas alcoólicas para criar Boris Yeltsin para Haaretz em 2000, ou cérebro, ampliando vidros e fiação elétrica para criar Stephen Hawking para Morrer Weltwoche em 2006). Em 2003, Piven começou a realização de Workshops Internacionais, em cidades como Barcelona, Buenos Aires, Toronto, entre outros. As oficinas seguem princípios da técnica de colagem própria de Piven e incentiva os jovens em experiências comuns com o dia de hoje, objetos e pedaços do mundo à sua volta para criar as suas próprias obras de arte. Talvez seu trabalho mais reconhecido no meio publicitário seja o Kim Jong que foi capa de um recente 200 Best Illustratos da alemã Lürzer’s Archive, mas Piven também tem trabalhos na Atlantic Monthly, The Times e Entertainment Weekly, entre outros publicações. Conheça um pouco mais acessando o site do Artista clicando aqui.
Sete curiosidades sobre o Facebook
CuriosidadesO site The Huffington Post elaborou uma lista com sete fatos pouco conhecidos sobre o Facebook:
1 – O logotipo original do serviço era o rosto do ator Al Pacino.
2 – Em média, 200 mil pessoas se cadastram no Facebook todos os dias e permanecem 55 minutos no site.
3 – Um usuário médio tem 130 amigos.
4 – Entre os usuários, a categoria demográfica que mais cresce: mulheres acima de 55 anos (900% entre 2009 e 2010). A que mais cai: universitários (queda de 55% no mesmo período).
5 – O site é cheio de “Easter Eggs”, frases e mensagens ocultas que às vezes se revelam em determinadas buscas.
6 – O casaco preto com capuz sempre usado por Mark Zuckrberg em suas aparições é considerado uma marca registrada do site tanto quanto o logotipo azul.
7 – Um estudo mostrou que mulheres costumam ter 55% a mais de mensagens em seus murais.
TweetTédio nas redes
UncategorizedApesar de ser a rede social mais popular do mundo, o Facebook está vivenciando um “êxodo” de usuários, especialmente na faixa dos 13 aos 17 anos.
Segundo um estudo feito pela pesquisadora OTX e pelo site de jogos de moda Roiworld, em abril, cerca de 29% dos adolescentes cadastrados na rede social deixaram de usá-la ou acessaram menos o seu perfil naquele mês.
E alguns números da pesquisa mostram que outras redes sociais também sofrem com o desinteresse da geração Z. Enquanto 9% deixaram completamente o Facebook, a situação é mais grave em outras redes. 22% deixaram o My Space e 15% abandonaram o YouTube assim como o Twitter.
Os motivos? Para 45% dos adolescentes pesquisados, é que a rede se tornou tediosa ou não mais atrativa, enquanto 28% encontrou outros sites mais interessantes para visitar. E 27% queixam do alto número de e-mails e notificações recebidas, entre outras razões citadas como: a falta de participação dos amigos, a grande quantidade de anúncios, encontrar os pais cadastrados, etc.
Fonte: Terra Tecnologia
TweetPesquisa indica surgimento do “Luxo Popular Brasileiro”
Comportamento, PesquisaO significado do luxo para a emergente classe média, não é necessariamente igual ao luxo da elite. Pesquisa recém concluída pela consultoria A Ponte, indica que começa a surgir o conceito de “Luxo Popular Brasileiro”.
Para as classes mais altas, luxo é uma maneira de ser ou sentir-se diferente dos outros. Para a classe C, ao contrário, é uma forma de inclusão, de ter o que os outros já têm. Outra diferença é que para os jovens da Nova Classe Média, luxo está essencialmente ligado a marcas e produtos e não a experiências, como viagens, orgias gastronômicas ou aventuras esportivas.
A pesquisa da Ponte mostrou que para a classe C existem 3 tipos de luxo: o inatingível, o luxo da auto-estima e o do pertencimento. O luxo inatingível, representado pelos carros caríssimos, bolsas e sapatos de “muitos mil reais”, como dizem os entrevistados, esse não só não faz parte da vida da classe C emergente como também não representa seus sonhos de consumo. O mesmo não acontece com o luxo da auto-estima, que passa pela compra de produtos ligados a moda ou beleza e faz com que essas pessoas se sintam bem com elas mesmas. Isso inclui desde tênis até unhas coloridas, apliques para o cabelo e acessórios. Nesse caso, para se sentir bem, vale até mesmo recorrer a “réplicas”, um nome diferente para falar de produtos piratas. Finalmente, o luxo do pertencimento é traduzido por marcas e produtos que ajudam a nova classe média brasileira a ser mais bem aceita nos lugares que ela freqüenta, seja o trabalho ou a própria comunidade onde mora. Ou seja, para fazer parte da turma e sair bonito na foto, as regras são cuidar da aparência e usar, afinal, aquilo que todo mundo usa.
A pesquisa mostrou ainda que as marcas de luxo dos consumidores da classe C não são as mesmas da classe A. Para a Nova Classe Média, luxo mesmo é usar Nike, Adidas ou Oakley, viajar para lugares como a Disney, Fernando de Noronha ou Florianópolis, e possuir em casa equipamentos como PlayStation, TV de tela plana da LG ou um iPhone.
Um dos grandes méritos desse trabalho da Ponte é questionar, mesmo que indiretamente, a noção de que os mais pobres aspiram ser como os mais ricos. Agora começa a ficar claro que a Nova Classe Média, que é a maioria da população brasileira, tem suas próprias aspirações e referências.
Fonte: Blue Bus – Marinho
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